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Nesse artigo, Kardec traz um caso muito peculiar: após a morte de um homem, o Sr. Badet, que tinha por hábito ficar observando a rua, de sua janela, algumas pessoas passaram a notar sua imagem impressa no vidro – um fenômeno até então desconhecido.
Apresentando o fato à família, esta prontamente destruiu aquela vidraça, encerrando, porventura, uma possibilidade de estudos bastante oportuna.
Kardec, vendo a oportunidade de aprendizado pelo próprio Espírito, faz sua evocação. Este dá algumas informações importantes:
- O fenômeno foi verdadeiro, mas involuntário. Produziu-se através de agentes físicos que até então eram desconhecidos – e cremos que ainda são – que, atuando sobre o perispírito, imprimiu sua imagem na vidraça.
- Respondendo à indagação de Kardec sobre a possibilidade de revelar os fatores que produziram tal fenômeno, ele responde: “Eu gostaria, mas isto é tarefa de outros Espíritos e do trabalho humano”
- Enquanto os assistentes discutiam sobre algumas hipóteses, o próprio Espírito do Sr. Badet comunicou-se espontaneamente:
“E não levais em conta a eletricidade e a galvanoplastia, que agem também sobre o perispírito?”
-O fato da destruição do vidro, pela família, arranca de Kardec a seguinte expressão, com a qual termina o artigo:
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Tão curioso monumento teria facilitado as pesquisas e as observações para o adequado estudo da questão. Talvez tivessem visto nessa imagem uma arte do diabo. Em todo caso, se de alguma sorte o diabo está metido nisso, é seguramente na destruição do vidro, porque ele é inimigo do progresso.
Imaginamos o quão indignado Kardec se sentia ante a tais acontecimentos.
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