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Nesse artigo, Kardec traz a carta de um de seus assinantes, dizendo que, a despeito do médium Victorien Sardou dizer que, no desenho da casa de Mozart, só via repetida a clave de sol, e nunca a de fá, esse assinante via destacava a existência da clave de fá, como também a de dó, em detalhes menores do desenho, que passaram despercebidos pelos olhos do Sr. Sardou.

Segundo Kardec, isso é mais um ponto que demonstra a boa-fé desse médium, que não agiu de caso pensado e que, aliás, demonstrava que ele se encontrava alheio aos desenhos obtidos por via mediúnica.
“Todas as partes são assim começadas e simultaneamente continuadas, sem que qualquer delas fique completa antes que se inicie outra. Disso resulta, à primeira vista, um conjunto incoerente, cujo fim só é compreensível quando tudo está acabado.”
Kardec, RE 1858
E aqui temos um aspecto importante das artes, inclusive das Espíritas: a moral, unida ao belo, criando importantes ligações mentais.
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Destacamos, também, a mediunidade pictórica. Deixamos aqui um vídeo de médiuns que por anos fezam pinturas dessa forma:
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